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domingo, 15 de janeiro de 2017

Melhores filmes que assisti em 2016

Sempre gostei muito de listas. Minha obsessão por elas inicia justamente com filmes, em 2008, quando decido pegar um caderno e anotar todos os filmes que assistia e depois dar notas. Três anos depois decidi fazer listas também com shows, peças de teatro e livros. Hoje sou completamente obstinado pelas listas. Às vezes pensava, "que louco eu sou", mas agora penso que é uma ótima forma de revisitar coisas que você gostou e não lembrava muito. É bom também, pelo fato dessas lista dos que mais gostei, tenho que avaliar alguns pontos que me fazem pensar mais criteriosamente para um trabalho, enfim, eis meus 15 filmes favoritos que assisti em 2016 (porque é muito pecado falar apenas 5 quando se assiste 228 filmes).

5º Lugar – Senhor Ninguém (2009)






Gosto muito da narrativa do filme, ele traz várias linhas de momentos diferentes da história da mesma personagem. De modo muito sensível, o mesmo acontecimento é contado de diversas formas, mas nunca um igual ao outro. É uma paranoia muito louca que com certeza, em algum outro momento estarei re-assistindo para tentar filosofar mais sobre o filme (rs).








4º Lugar – Repulsa Ao Sexo (1965)








Gosto muito como a personagem vai se transformando com o decorrer do filme, quase não há falas dela. Na real, este silêncio é o que faz tudo ficar mais mágico no filme.








3º Lugar – O Sal da Terra (2014)




Quando eu era novo achava os documentários muito chatos. Creio, inclusive, que todo mundo já passou por isso, ou sei lá, alguém um maníaco documental?
O filme não serve apenas para mostrar a vida e a obra deste grande artista (que eu já conhecia e admirava, porém com este filme ele ganha um ponto mais alto no meu nível de gostar), ele traz questões que me sensibilizaram, mas conhecer a trajetória deste grande artista é um grande motivador para qualquer ser humano, é saber aprender lidar com o próximo, com a natureza. Acho que estou divagando, mas lembro que o filme me fez sentir algo assim, divagar, levitar.





2º Lugar – O Menino e o Mundo (2013)





Que orgulho ter este belíssimo filme representando o Brasil no Oscar. Quando assisti (um pouco antes da cerimônia) tive a certeza que ele não ganharia. Na minha opinião, é bom demais para vencer o Oscar.
Certos momentos este filme me fez recordar A Viagem de Chihiro, minha animação favorita. A maneira como as coisas são construídas e transformadas é incrível. O filme é pura poesia.







1º Lugar – Três Homens Em Conflito (1966)

É no mínimo estranho eu colocar um filme de faroeste na lista dos meus favoritos. Principalmente em primeiro lugar da lista. Gosto de coisas que me surpreendam, que me fazem olhar o mundo de outra forma, que me façam ser outra pessoa, algo que jamais pensei que fosse encontrar num filme de faroeste.
O filme tem tomadas belíssimas, gosto muito das cenas quase clichês dele. Deve ser clichê, sei lá, mas me apaixonaram de uma forma que meu cérebro tirou essa palavra do filme.
Todo o filme (de longas 3 horas, mas que não me cansaram) é uma preparação para a cena final, o esperadíssimo duelo final. Close nos olhos, no suor e nas mãos. A cena interminável que terminou tão cedo.
Agradeço ao Vô Nino, que foi quem me ensinou a assistir filmes de faroeste, sem ele, teria perdido essa joia.



Menções Honrosas:

6º Lugar – Ex Machina (2015)
Gosto muito do suspense criado neste filme, você fica sempre esperando pelo que vem. Muito bom.

7º Lugar – Obsolescência Programada (2010)
Este ano assisti muitos documentários que fazem você mudar a percepção do mundo. Este fala sobre tudo ser feito para ser descartável. Um filme para refletir a sociedade que queremos.

8º Lugar – Kramer Vs Kramer (1977)
Acho linda a cena do pai correndo com o filho no colo para o hospital depois dele se machucar no parque. Acho também que o filme me tocou muito por eu ser um novo pai.

9º Lugar – Requisitos Para Ser Uma Pessoa Normal (2015)
Fofo. Gosto muito do cinema europeu e suas narrações tão suas. Talvez considerado um filme não tão incrível, mas quem se importa? Me tocou.

10º Lugar – Transpatagônia (2014)
Segundo filme brasileiro e terceiro documentário da lista. Como sou muito apaixonado por viagens, estes filmes despertam algo muito forte dentro de mim. Chorei.

Melhores filmes que revi em 2016:

1º - O Franco Atirador (1972)
Penúltimo filme que assisti em 2016. Filme vencedor de Oscar, dispensa apresentações.
2º - Festim Diabólico (1948)
Sou fãzaço do Alfred (só assim pra não errar o sobrenome). Todo ano assisto alguma coisa dele (ou re-assisto no caso deste filme).
3º - Donnie Darko (2001)
Quando assisti a primeira vez eu era muito bobo. Nem sabia direito o que tinha acontecido comigo ao assistir aquilo. Sabia que tinha algo de bom lá, mas não entendia o porquê. Revendo agora, fica tudo muito mais claro.
4º -  Juno (2007)
Tem muito crítico que não gosta deste filme, mas assisti pela terceira vez e ainda gosto, a primeira vez que assisti foi no cinema. Vazio, apenas minha dinda e eu. Coincidentemente é o contrário de O Franco Atirador, 2º filme que assisti em 2016.
5º - Toy Story (1995)

Outro filme que assisti no cinema. Eu tinha só 10. Tava mais que na hora de assistir de novo. Desta vez assisti com o Tom. Ele adorou.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Em Luto! Pela Cultura

Nesta quinta-feira (25), aconteceu na Câmara dos Vereadores, uma reunião convocada pela vereadora Natália Petry e Fundação Cultural de Jaraguá do Sul. Que se propunha a debater novas propostas para regulamentar a distribuição dos recursos do Fundo Municipal de Cultura.

Tendo em vista o cancelamento do Edital de Apoio à Cultura 01/2013, semanas atrás, a reunião pretendia estabelecer metas de como proceder com a verba do Fundo Municipal de Cultura. Atitude honrosa, chamar a sociedade civil para definição do destino da verba pública, mas antes de entrar nesta questão, há pontos a serem ressaltados, para que você leitor, possa saber mais sobre o assunto que venho questionando.

O edital foi cancelado, após quase seis meses de serem transcorridos todos os procedimentos legais. O motivo dá-se por conta de um artigo do presente edital, no qual consta que o proponente pode auto remunerar-se, este ponto apresenta certas divergências legais e tanto controladoria como procuradoria do município sugeriram ao Conselho Municipal de Cultura o cancelamento do Edital. Não havia outra alternativa?

O cancelamento é uma perda para os artistas que estavam participando do processo de seleção, além de ser também uma perda para o governo, pois afinal para este edital foi gasto dinheiro público, tirado dos cofres, para agenciamento da divulgação, para o pagamento dos pareceristas (avaliadores dos projetos) que vieram de outras cidades e gastaram o seu tempo analisando todos os 154 projetos inscritos. Foi também um descaso com funcionários e todos os envolvidos que trabalharam nesse percurso, e mais ainda, claro, aos proponentes que se dedicaram a escrever seus projetos e a seguir a risca todas as exigências do processo. O tempo corre e aqui estamos, no final do sexto mês do ano, meio ano passou e agora vem o maior prejudicado de todos, você e toda a sociedade, que passou estes seis meses de espera, que passou estes seis meses de tempo gasto e não recebeu os projetos da cultura. Lastimável pensar também, que com este edital cancelado, o dinheiro que já tinha um destino cultural justo, fica agora parado, e possivelmente terá os próximos seis meses do ano também sem receber cultura, esta que lhe é direito, direito este que foi cortado não somente dos artistas, mas de toda a população de Jaraguá do Sul com o cancelamento do Edital de Cultura.

Os artistas ao saberem da notícia tentaram reverter o cancelamento. Um grupo, com cerca de vinte pessoas reuniu-se com o Sr. Prefeito, na mesma semana da reunião do Conselho de Cultura que acabou optando pelo cancelamento do edital. Nesta reunião, o Sr. Prefeito chamou o jurídico para lhe acompanhar e o que queríamos era buscar soluções alternativas para o não cancelamento do Edital. Apontadas as questões do cancelamento pelo Sr. Procurador Rafael, nós artistas ainda tentamos buscar soluções para a continuidade, e chegamos a uma possível medida, na qual o Jurídico afirmou ser possível a continuidade. A questão foi a seguinte: Se o problema do Edital era a auto remuneração, assim sugeriu-se que se nós, proponentes dos projetos, abríssemos mão da porcentagem da auto remuneração para que o projeto possa ser realizado, para que a sociedade possa receber o projeto, há a possibilidade ainda da continuidade do Edital? - Explico: meu projeto tem o custo de R$ 10.000,00 (dez mil reais) e prevê 20% (vinte por cento) de auto remuneração, se eu abro mão de receber este valor, recebendo apenas R$ 8.000,00 (oito mil reais), é possível a continuidade do Edital? - Resposta: Sim. Esta mesma resposta foi ouvida mais uma vez pela Controladoria da cidade, então ainda havia uma esperança de o edital prosseguir.

Aconteceu que na reunião do Conselho Municipal de Cultura da semana seguinte, esta questão foi levantada aos conselheiros, mas ocorre que foi totalmente negada, optando-se pela continuidade do cancelamento. Pergunto: por quê?

Na reunião desta quinta-feira, o Sr. Controlador disse em dado momento, que havia uma medida que poderia ter sido tomada para o edital acontecer, era a possibilidade do proponente abrir mão da sua remuneração, mas, segundo ele, não foi possível pois havia proponentes que não aceitaram. Eu, numa resposta ao Controlador, disse que ele estava equivocado e que este questionamento, nunca chegou aos ouvidos dos proponentes, visto que esta possibilidade foi pura e simplesmente barrada pelo conselho de cultura. A proposta existia, o fato é que o Conselho não levou adiante a proposta, tendo simplesmente a ignorado. E agora eu me pergunto: como o Controlador sabia a resposta dos proponentes se uns poucos artistas é que estavam na reunião do Conselho? Como o Procurador pôde responder por todos? Estaria ele também respondendo por mim? O Controlador em sua réplica alegou que ouviu falar sobre o assunto (na busca de criar eufemismos para sua fala anterior?), disse que não era algo verdadeiro (de fato, falou uma mentira), mas mesmo assim agora não seria mais viável a questão, visto que agora passou-se muito tempo e não havia mais tempo hábil para voltar nesta decisão e blábláblás.

Acredito que o Sr. Procurador foi muito infeliz em suas falas, utilizando-se do diz-que, diz-que, do ouvi falar por aí, não atendo-se aos fatos reais. Sua fala torna-se frágil, uma vez que o Edital poderia continuar existindo com base nas devidas alternativas, e faz surgir os seguintes questionamentos: Se não há tempo para voltar atrás na decisão do Edital, então teria tempo para a abertura de um novo edital? Seria menos tempo começar todo um processo, desde o início, do que finalizar um processo que estava em sua reta final depois de quase seis meses? Ou então como seria a melhor  forma para que esta verba seja utilizada em tempo hábil?

Em vista desses questionamentos, coloco mais alguns fatos para serem refletidos:
1.       Conselho Municipal de Cultura decide em plenária divulgar lista dos proponentes habilitados pela documentação do edital, porém a divulgação desta lista nunca aconteceu;

2.       A reunião para deliberação dos projetos foi marcada diversas vezes pelo Conselho Municipal de Cultura, e no momento da reunião decidem não fazer nenhuma deliberação;

3.       Em parecer técnico por escrito, destinado ao Conselho Municipal de Cultura, Procuradoria e Controladoria apontam que deve ser feito o cancelamento. O detalhe é que esta carta deveria apresentar um parecer técnico, e não recomendativo, mostrando ser muito mais uma carta de ação política e não técnica;

4.       A Sra. Vereadora Natália Petry, já havia marcado a pauta da reunião desta quinta-feira, para discutir sobre o Fundo Municipal de Cultura, mesmo antes do cancelamento do Edital pelo Conselho Municipal de Cultura;

Com base nesses fatos, principalmente este último, seria tão honrosa esta reunião marcada pela Sra. Vereadora e a Fundação Cultural de Jaraguá do Sul? Coloco aqui também situações que percebi, pois estive presente, nas reuniões do Conselho: há visivelmente uma pressão para que haja o cancelamento, não são argumentos, é pressão mesmo, um exemplo disto, é quando uma pessoa do poder público, que faz parte da Fundação Cultural (para quem não sabe o Conselho é instituído metade pela sociedade civil e metade pelo poder público) diz erroneamente ao Sr. Conselheiro Rubens Franco, representante da sociedade civil pelo cadeira do teatro, que se o Conselho aprovasse a continuidade do Edital e se por algum acaso acontecessem problemas futuros, quem teria que arcar com as despesas (no caso quase um milhão e duzentos mil reais) eram os membros do conselho. Inverdades como esta, sem provas, sem baseamento em nenhuma lei, são apontadas aos membros do conselho, para mim, com o intuito apenas de forçar a barra para o cancelamento do edital.

Se o Sr. Procurador parece gostar de colocar diz-que, diz-que em suas falas, assim coloco aqui também os meus: Seria o cancelamento do edital, seguido por esta reunião na Câmera, uma jogada política?
Digo mais, acharam que o cancelamento do Edital passaria em branco pela classe artística, como acabou acontecendo em 2012, quando o dinheiro do Fundo Municipal de Cultura foi destinado ao lixão de Jaraguá do Sul? Será que estão pensando por ai em cancelar o Edital para fazer algo, como aconteceu em 2012, dando um novo destino ao Fundo Municipal de CULTURA? Será que ele pensa em jogar o dinheiro da cultura, figurativamente e literalmente no lixo? Pois isso é o que nós artistas somos ante os olhos de muitos, o lixo da cidade, apenas o resto. A verba da cultura é só da cultura, mas afinal quem é que precisa de cultura? Cultura pra quê? Fazer o povo refletir é perigoso, não é?

Então coloco um pouco o povo para pensar aqui comigo, primeiro refletimos, depois agimos. Depois de muito refletir, abro estas questões publicamente. Gostaria da reflexão de todos, da sociedade que parece estar sendo sempre enganada, aos meus amigos artistas que sentem indignação com acontecimentos como este, mas que na hora de tomar decisões importantes ficam com um pé atrás, ou aceitam tudo o que lhes é falado sem questionamento. Questionar é o que nos faz sermos humanos, é o que nos diferencia dos animais irracionais, e não o pensar. Um cão pensa, com o tempo ele aprende que o lugar do xixi é na rua, que não deve roer o calçado do dono, é só ensinar que ele aprende. Ele sabe que você manda, pois ele pensa e quando pensa sabe que você é quem o alimenta, quem lhe dá carinho e sabe que o melhor a se fazer é obedecer. O que o cão não faz é questionar se é correto ganhar ração três vezes ao dia, se é correto ficar trancado, ele aceita. Aceita pois não questiona. Questione para não ser aprisionado por uma coleira.

Agora em tempos de festa junina parabenizo a cultura destas festas com um mini-poema às quadrilhas:

Um pé que não avança
Quadrilha que não dança.

Thiago Daniel
Diretor teatral, músico e escritor

26/06/2014

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Esta Noite Encarnarei No Teu Cadáver

Nesta sequência de À Meia Noite Encarnarei No Teu Cadáver, José Mojica Marins, vem com tudo, num filme de efeitos especiais melhores, cenas melhores, diálogos melhores e um Zé do Caixão ainda mais terrível.
Cheio de frases de efeito, o filme cativa não só pelo horror, mas pela beleza poética.
A única coisa que me grilou, foi o final, mas depois, dando uma olhada na internet, vi que o final teve que ser alterado por causa da censura na época.
Ufa! Que alívio saber disso.
Tudo o que o personagem criou durante o filme, todo o poder dele, vai por água abaixo (literalmente), na cena final.
Eu no lugar do Mojica, teria gravado a cena original e hoje em dia teria tirado de circulação esse final horrível.
Ou existe essa cena original?
Alguém sabe de alguma coisa?
Já assistiram?
Ou é só um boato que existia essa tal cena e foi cortada pela censura?
Mojica criou o filme assim desde o início?


Assisti ao filme, no SESC. Cenas fantásticas como a cena do inferno, para mim a melhor cena, não por ser colorida como já ouvi por aí alguém falar, mas por todo o esforço de criar o inferno, infelizmente as pessoas estavam rindo. São coisas que a geração atual do cinema está causando, toda a magia dos filmes antigos está se tornando piada.
Não sei se eu sou antiquado demais, mas o que mais me fascina nos filmes de terror é esse espetáculo de fazer um cenário com fumaças, pinturas, iluminações e tudo mais para chegar ao clímax.
Eu ainda vou fazer um filme do estilo do Impressionismo alemão. Só preciso de mais alguns anos de estudo.
Aguarde.

sábado, 29 de janeiro de 2011

A Fuga das Galinhas

O início do filme já mostra que a animação é coisa de gente grande.
O clima tenso de abertura me empolga dizendo: Vai ser um bom filme.
Realmente foi. As técnicas de Movimento Parado, com a boa iluminação nos mostra uma bela fotografia.
O galinheiro, ambientado nos campos de concentração nazista, nos trás a realidade humana, assim como as galinhas com mãos e as galinhas dentuças.
Pra falar a verdade, galinhas dentuças me incomodaram no início, mas logo me rendi aos seus charmes, embora no final quando a protagonista vai roer a corda eu pensei: "Ah! Então é por isso que elas tem dentes". Na verdade não aconteceu nada. Mas quase...


A cena do galo pulando a cerca, num misto de ET - O Extraterrestre e Free Willy, é apenas uma das partes que garantem as gargalhadas do Longa.
Bom! Creio que não tenho tanto assim pra falar do filme, aliás, acabei de assistir. É que me empolguei tanto. Pensei, tenho que falar dele.
Agora vou mastigá-lo um pouco na mente e tirar conclusões, depois vejo se a nota continua a mesma.
De qualquer jeito, filme mais que indicado

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

O Lobisomem

Difícil não comparar uma refilmagem, portanto, se comparando ao original de 1941 (que eu adoro) o filme é muito ruim, mas, o filme do diretor Joe Johnston tem lá seus méritos.
A fotografia me encantou, tanto que em momentos eu me perdia nas imagens, esquecendo de todo o resto, tendo que voltar algumas vezes para rever alguma parte da história que passou despercebida.
Ele é ambientado na mesma época do original, não perdendo para o clima dos filmes de terror das décadas de 30 e 40.
Adorei a edição, e maquiagem, ponto, é isso.
Ele também usa dos mesmos personagens e elementos de O Lobisomem original, embora muito mal utilizados.
Os ciganos. Que porra é aquela? Pra que colocar os ciganos no filme se é pra não usá-los de forma importante? Eles são uma pontinha. É medo de falar do preconceito que que há contra eles. Falem, assumam que há preconceito, assim como fez George Waggner.
A Bengala. Por que a bengala está no filme? Só pra dizer que também tem uma bengala com um lobo de prata na ponta?

















Tudo bem! Vou falar do filme como se não fosse uma regravação.
O que não posso reclamar dele, além do visual, são as atuações Benício del Toro e Anthony Hopkins. Embora não estivessem em seus melhores momentos, ainda assim fizeram sua parte.
Uma cena marcante, a melhor e talvez única marcante do filme, foi quando os dois conversam no porão sobre a morte da mãe de Talbot (del Toro), até voltei o DVD para olhar o pai (Hopkins) falando com o filho.
O filme poderia ser melhor se tirasse a mulher que fez parzinho romântico com Talbot. Esse clichê de par romântico está cada vez mais me incomodando. Não se trata de eu não gostar de par romântico numa trama, mas isso é quando há um porque existir e não uma pessoa para ser a paixão do protagonista e vice-versa, só para agradar os apaixonados de plantão.
Gostei do Lobisomem no meio da cidade. Na verdade a ideia dele ali, mas, não foi explorado em nada, apenas umas cenas de ação dele correndo no telhado, que também não me empolgou nada. Ele dormir embaixo da ponte, onde poderia ter mostrado o terror da fera, mas a cena simplesmente termina...
Detestei o Talbot no hospício. São um saco os sustinhos baratos.
Apenas mais um filme teen, in two thousand ten.