terça-feira, 17 de janeiro de 2017
Melhores shows que assisti em 2016
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Em Luto! Pela Cultura
sexta-feira, 14 de março de 2014
Top 5 - Shows assistidos em 2013
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Chão
segunda-feira, 5 de março de 2012
Top 5 - CDs Mais Curtidos em 2011
Entre os sei lá quantos ouvi, 200, 300, estão aí os que eu mais curti ter ouvido
5º - “Rockferry”, Duffy
Baladinhas super gostosas de ouvir, numa mistura de Rock e Jazz, super indicado para quem curte de Amy Winehouse (não conheço bem Amy, só os sucessos), tem algo parecido, com uma pitada de folhas caindo da árvore no outono a mais.Nem sei dizer qual das músicas é minha favorita deste disco de 2008, então, vou chutar uma: minha favorita é o álbum inteiro.
4º - “Abbey Road”, The Beatles
Ouço Beatles há anos e nunca canso.
Não sei nem se Abbey Road (1969) é meu disco favorito, mas com certeza foi o que mais marcou 2011 para mim.
Quase todas as músicas do CD fazem meu corpo trabalhar de uma maneira diferente, só não sou muito fã da 1ª faixa, acredite ou não a música que menos gosto dos Beatles é “Come Together”.
O CD me faz pular, dançar, tocar guitarra aérea e bateria imaginária, me faz cantar balançando a cabeça para os lados, para cima e para baixo, faz-me franzir a testa e cantar emocionado. Fazme imaginar as martelas do “Maxwell's Silver Hammer”, ver o sol chegando em “Here Comes The Sun”, colocar as mãos para cima e bater palmas com “Carry That Weight”, faz-,me emocionar com “You Never Give Me Your Money”, “Because”, gritar com “Oh! Darling”...
Resumindo: The Beatles faz.
3º - “Muito” e “Pouco”, Paulinho Moska

Esse disco duplo de 2010, já foi muito ouvido por mim no ano do lançamento e mesmo assim figurou nessa lista de 2011.
Adoro as letras, as levadas, com Moska eu “...canto, porque sinto encanto”.
Minhas favoritas, são “Soneto do Teu Corpo” e “O Tom do Amor” que são aquelas músicas que ouvimos e pensamos: “Porque eu não compus isso antes?”
Ainda dou ênfase para as faixas “Ainda” e “Waiting For The Sun To Shine”.
2º - “Boa Pessoa”, Silvio Mansani
Conheci Silvio Mansani em 2009, através do “No Dorso do Rinoceronte”, um CD infantil composto por ele e Emílio Pagotto, interpretado por várias bandas da capital catarinense. Adoro o trabalho, seria inclusive, se eu fizesse listas na época, um dos Top do ano.
Gosto bastante da Pessoa Silvio, acho ele uma boa pessoa a quem sinto apreço, tenho até frequentado mais o seu endereço na rede, gente finíssima, pouco adereço, sincera parte, acho que merece.
Acho difícil dizer minhas favoritas, talvez “Vendedor de Lágrimas” onde é lindo a parte “Passa pela pálpebra, por entre os cílios/ E depois transborda, escorre pela borda/ Vai fazendo um trilho, dá pra ver o brilho”.
Adoro o arranjo a la Piazzola feito por André Mehmari, em “Valsa Blue”.
Enfim, é um CD extremamente poético, ótimas canções, arranjos, letras que me chamam muito a atenção.
1º - “Sobre Palavras”, Chico Saraiva & Verônica Ferriani
Quem sabe esse não era para ser o primeiro da lista, quem sabe errei, mas não tem problema, “Eu recorro ao erro sempre que posso/ E erro, erro, erro sem remorso”.Meu trabalho favorito de Chico Saraiva, embora ele não toca essas músicas no show (ao menos tocou em nenhum dos que eu fui).
As letras de Mauro Aguiar, a voz de Verônica e as composições de Chico Saraiva entraram em mim de maneira direta. Eles apelaram pra pele mesmo.
Na primeira faixa eles já acertam: “Não há cupim, nem erosão ou esmeril capaz de carcomer o que compus com tanta inspiração”. Um CD repleto de imagens, até então, inimagináveis.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Top 5 - Shows Musicais de 2011
Há anos, anoto todos os filmes que assisto e dou notas a todos, assim já sabia qual a média de filmes que assisto por ano.
Com vontade de saber qual a quantidade de livros leio, shows musicais e peças teatrais assisto por ano, fiz o mesmo.
Também dou notas e escolho quais eu mais gostei durante o ano. Publicarei, a partir de hoje, a lista dos meus “Top 5” de 2011, visando falar um pouco dos trabalhos que admiro, mostrar um pouco do meu gosto à vocês e poder indicar essas obras para quem se interesse.
Começo pela lista menor. Shows musicais.
Assisti um total de 25 shows.
5º Colocado: Nazareth
O show aconteceu em fevereiro, mas não foi aquela belezura, com músicos ótimos e som bem regulado, ao contrário tive certo desconforto no início do show, mas valeu por ter visto os velhinhos, ainda curtindo muito tocar o Rock and Roll que fazem há 40 anos. Não entrarei em detalhes, pois já escrevi sobre o show no blog.
4ª Colocado: Brasil Papaia
3º Colocado: Chico Saraiva & Ana Paula Silva
Conheci o trabalho do Chico Saraiva recentemente, em 2010. Esse já foi o 3º show dele que assisti. Ana Paula da Silva, também conheci em 2010, creio eu, talvez um pouco depois de Chico, foi o 2º show dela que assisti.
O meu encanto pelo show, está principalmente em Chico Saraiva que desde que o conheci, criei grande admiração por seu trabalho, posso dizer que é o compositor da atualidade que mais gosto.
O show aconteceu em junho, no SESC Jaraguá (3 shows da lista dos 5 melhores assisti lá)Sabia que podia esperar um bom show, só não esperava tão belo show.
1ª Colocado: Tequila Baby

A banda que tem suas músicas simples, nada tão complexo como Chico Saraiva, ou belo como Cravo da Terra, faz a galera pular, se empurrar, ir à loucura.
Na hora de fazer a lista, não adianta, o meu coração rockeiro acabou por falar mais alto. A banda gaúcha é a que conheço há mais tempo entre todos dessa lista, desde 2002, com o álbum “Punk Rock Até os Ossos”, trabalho que até hoje considero o melhor da banda.
Duda Calvin e a galera será sempre “Bievenido A Roda Punk”.
Fim da lista. Agora vendendo meu peixe, dos meus shows, o que mais gostei de fazer durante o ano de 2011, foi em fevereiro no SESC, show que já falei aqui no blog.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Medo De Errar
Ela pediu para escrever sobre uma palavra. Creio que não é bem exatamente o que ela pediu, mas a palavra está inclusa na letra da canção.
Espero que ela valha o pedido, Josi. Cá está:
Medo De Errar - André Soares e Thiago Daniel
Há uma fórmula pra demonstrar
São tantos passos para acordar
Há muitas fontes com pedras
A jorrar
Eu não entendi nada de cara
Agora eu sinto medo de errar
As forças vêm e vão
O tempo leva o outono, o verão
As folhas vêm e vão
E um moinho ganha a fama de dragão
Agora eu sinto medo de errar
Já errei
Continuo errando
São eternos erros
Não me vi consertando
Já errei
Continuo errando
Propagando mentiras
Minhas unhas lixando
Já errei
Continuo errando
Abstenho meu sonho
Isso está me matando
Agora eu sinto medo de errar
Filósofos
Dietistas
Padres
Blablazistas...
Eu tentando descobrir
O que o espelho diz pra mim
Por um minuto sinto uma estranha dor
Como ter sentido
O pulsar de um tambor
Agora eu sinto medo de errar
sábado, 14 de maio de 2011
Camaleão Robô
No teatro do Sesc, a banda tocou para a gigantesca plateia de 2 (Duas) pessoas.
Se a Suzi não fosse junto (quase não foi), só, estaria eu, lá na frente, sentado assistindo.
As vezes eu acho tão interessante, me pergunto, porque as pessoas não saem de casa?
Mas não é bem assim, né!? Não posso generalizar, que coisa feia. As pessoas saem de casa sim.
Voltando pra casa, passo na frente do cachorrão lotado, a pizzaria nem se fala.
As pessoas na verdade não querem é saber de arte. Não saem de casa para assistir um show, uma peça de teatro, um espetáculo de dança...
Alguém em Jaraguá do Sul sabe o que é um saral de poesia? (agora um monte de gente para de ler esse post, porque to falando sobre coisa chata e um outro tanto digita no google "saral de poesia")Quantas vezes ouvi:
Em Jaraguá não acontece nada.
Não acontece porque não vai atrás.
É tudo muito caro, na Scar os ingressos são 50 pila.
No SESC os espetáculos são sempre gratuitos.
Mas no SESC nunca tem nada.
A programação do SESC de Jaraguá é quase diária e tem apenas os melhores espetáculos do estado e do Brasil que percorrem toda a rede do SESC.
É foda. A verdade é que eu não posso reclamar que as pessoas não apreciam arte/cultura. Vivo numa cidade carente, sabe? Aqui todo mundo passa fome. As tantas fábricas tiram toda comida do povo pra queimar nos seus caldeirões. É claro que um povo que passa fome não quer arte. Precisa ir em restaurantes, lanchonetes e pizzarias matar sua fome.
E o Camaleão?
Robou.
quinta-feira, 24 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
Lobão Comendo os Três Porquinhos
Em entrevista à rádio Jovem Pan, Lobão não poupa minhas risadas e diz: "Fiuk é um bunda mole, é um cara inofensivo", "Restart é uma aberração da natureza" e "...agora sertanejo universitário, é o fim, o cara de classe universitária, que tem que tem nível universitário... Ainda ta com um gosto tão degenerescente, que tá ouvindo música e vai ouvir aquela bosta. Um esquizofrênico, é uma coisa de idiota. Meteoro. Vai tomar no cu rapaz, pelo amor de deus. Um cara babaca que tá formando um monte de babaca, um cara que ouve Luan Santana, é uma cicatriz que você tem no cerebelo você nunca mais vai se livrar dessa mazela".
Tem coisas que a gente vê (ouve) e pensa: porque não fui eu quem disse isso antes?
kkkkkkkkkk
sexta-feira, 11 de março de 2011
Brasil Papaya
Sentado, lá no teatro pra assistir uma banda de rock catarinense, super conceituada.
Só tenho a dizer que us cara são bom.
Meu pow.
Tenho a agradecer também que era rock instrumental, se não ia cair naquele heavy metal gay do estilo de Angra, Iron Maiden, ... , porque o som e o estilo é bem parecido mesmo. Agora se Angra, Iron Maiden, ... , fosse instrumental, seria legal também, o problema é sempre o vocalista.
Olha o exemplo do Black Sabbath:
Ex¹: Ozzy = macho.
Ex²: Dio = gay
Bandas de heavy metal tem que ser como o Metallica. Se querem ser gays, então tem que tocar hard rock. Sempre dá certo.
Olha o Kiss com Paul Stanley que dança e se requebra gazelisticamente em palco. Pega o Sebastian Bach no Skid Row que faz qualquer mulher ter inveja das suas chapinhas. Aerosmith, mais colorido que Steven Tyler e suas poses “provocantes”.
No hard rock ser gay é legal, mesmo que você não seja gay, tem que fingir ser gay.
=]
Era solo atrás de solo, um guitarrista terminava o nhem, nhem, nhem e o outro já tava no nhom no no nom no nom... blé bla bli bluum... fóim óim óim óim...
Caraca. Faltam onomatopéias. Acho que eles devem ter inventado pelo menos umas 100 novas nesse show.
O batera é o “gente fina” da banda. Carismático, baita presença em palco. Diverte a plateia.
As cordas, porém, é que comandam o show. Músicos super técnicos, virtuosos nos enchem os tímpanos de muito som pesado. Alguns momentos até lamentamos estar dentro de um teatro, sentados em cadeiras assistindo. Dá vontade de pular, de levantar a mão e fazer o “I love you” da Janis Joplin.
Sesc, como sempre trazendo coisas boas, nos mais diversos estilos, tem pra todos os gostos.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Nazareth
Esse show já faz mó tempo que assisti, mas não posso deixar de falar dele.
Há quase 2 anos eu não ia num show de rock internacional, que saudade.
É tão bom pegar a fila e ficar esperando lá uma eternidade pra entrar.
Camisas pretas em volta, bandanas e jaquetas, além daquelas do Nazareth, ainda encontrava: Kiss, Creedance, Led Zeppelin, Ozzy, Black Sabbath e todas as outras que tem em todos os shows, então vamos pras novidades.
Um verdadeiro encontro de roqueiros na fila, pra prestigiar... Pera, isso também é de praxe em shows de rock. Aliás, em shows de rock, espera-se que vão apenas roqueiros.
Tentar de novo.
Casais de pessoas mais velhas compareceram aos montes... Certo, todo show de bandas antigas são cheios de “velhões”. Clichê também. Pensando melhor no assunto, num futuro não muito distante, ainda terão “velhões” assistindo shows de rock? Todas as bandas estão acabando, se aposentando. Dá medo. Não existem mais bandas de rock novas. Falo de bandas de rock mesmo, não esse monte de coisas como Fresno, e nem sei mais os nomes de outras coisas que estão rolando. Claro que tem umas (pouquíssimas) exceções, portanto, (não) posso generalizar.
Desisti de pensar uma forma diferente de começar, então não vou começar coisa alguma. Esquece lá fora, eu já entrei, não me atrasei, deu tudo certo, nem irmãs Siamesas conseguiriam me atrasar pra esse show.
To lá na frente do palco, bem na frente mesmo, tem só um cara (leia: Armário) na minha frente.
Espera.
Espera.
Espera...
Chegou a horaaaaaa
Olha eles entrando: Lee Agnew na batera, no baixo Pete Agnew (o paizão), Jimmy Murrison na guita e finalmente nos vocaaais: Erasmo Carlos. Hã?! Opa, não, não. É o Dan McCafferty, devem ser irmãos.
O show ficou devendo, foi bem franco, mas deixando a criticidade de lado, vamos pro meu lado roqueiro que tava precisando ouvir barulho de guitarra...
Guitarra é o que eu não pude reclamar. Eu tava muito na frente, então ouvia o som do próprio cubo dele berrando na minha frente, duas vezes mais alto que todos os instrumentos.
Isso é o que estava ruim lá na frente, o som não estava equalizado, fiquei em dúvida se as pessoas lá atrás estavam ouvindo bem, pois pra mim parecia que eles estavam tocando muito mal.
Pergunto, era o som lá da frente? Alguém que viu lá de trás pode me dizer? Eles tocaram mal mesmo?
Parecia que eles estavam sempre fora.
Eu cheguei até a sentir tonturas quando pulei, porque não se encaixava. Achei muito estranho.
Dane-se mais uma vez essa parte...
Caraca! Eles tocaram até Dream On e todos os sucessos mela cueca. Só não conhecia duas músicas do repertório que deveriam ser do último trabalho.
Ver o Dan, lutando pra cantar, dava pena, mas também foi muito legal ver ele, se estrebuchando pra fazer o show. Prova que o Rock And Roll quebra toda e qualquer fronteira de idade.
Dan não alcança muitas notas, mas ele aceita isso e brinca com o público que já não tem mais idade. Faz sinal que sua voz não vai mais, deixando algumas frases em branco, mas que a plateia preenchia: “...A son of bitch”.
Brincou também antes de começar Bad, Bad Boy: “Sex... I like it... When I was Young. I don’t remember, only that I liked.” (não nessas palavras, mas no mesmo sentido).
Meu favorito da noite foi o paizão. simpatia sem igual, ele com o Dan, são os únicos remanescentes da banda original.
Enfim, valeu muito os R$ 40,00 investidos, até saí de lá com vontade de comprar uma bicicleta branca e sair com ela voando essa noite por aí.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Projeto Enter do SESC
Instrumentos afinados, luzes preparadas, cenário montado. Era 20h, do dia 9 de fevereiro (quarta-feira), quando foram abertas as portas do SESC Jaraguá do Sul. O público de 34 pessoas acomodou-se em suas cadeiras e aguardaram Pablo, técnico de cultura, subir ao palco e anunciar ao show do lançamento do CD solo de Thiago Daniel. Caraca. Era eu. Eu não estava nervoso, ao que me parecia. Ansioso. De fato. No fim das contas deve ter o mesmo efeito num show.
Essa ansiosidade acabou me atrapalhando algumas vezes, como ter errado a letra de três músicas, ter desafinado algumas vezes... Vamos deixar as falhas, porque eu sempre falo dos erros de tudo? Como eu sou chato.
No camarim, muitas risadas antes do show, uma certa briga de “quem sobe antes no palco?”
Ao chamado, Darlon é quem dá o primeiro passo e sobe na escada (leia cadeira) e aparece no palco.
Darlon, o produtor musical do CD, segue na penumbra até seu banquinho, onde o violão o aguardava para deitar-se ao seu colo.
Boca é o segundo a subir na escada (agora você já deve ter lido cadeira no lugar, não é?) e segue até sua bateria. Onde começa a ajeitar no seu corpo e estantes os trocentos apetrechos que iria utilizar na primeira música.
Por fim, eu subi na cadeira (poxa vida, que legal agora você leu cadeira) que levava ao palco. Me dirigi até o banco central do palco e acomodei esperando o 1, 2, 3, 4... Esperei, mais um pouquinho. É... Os trocentos apetrechos ainda não estavam posicionados em seus devidos lugares, pescoço, mão esquerda, negócinho de barulhinho na máquina de chimbal, no meio dos dedos da mão direita, dentes, opa, dentes não, mas se eu der essa ideia pra ele, vai saber se numa próxima não terá. 1, 2, 3... Eita. Olha pra frente Thiago e tururum, tururum, turum...
Essa Manhã abre o show com todo o clima obscuro da iluminação, acrescentado com a percussão em clima de filme de terror, teve gente que falou no final “foi de dar medo”.
Eles Pensam, vem pra animar um pouco mais a plateia e a pausa sequencial, foi a hora da minha breve conversa com o público e a brincadeira com o pessoal da técnica para acender a iluminação na plateia.
Eu Aceito, Não Vou Fingir, Joia, e por aí vai todo o repertório do CD.
O ponto alto do show, pra mim e para algumas pessoas que vieram me falar, o momento corta-pulsos, segundo Pablo, foi quando no palco azulado, Darlon começa a tocar À Procura. Boca deixa o palco por alguns minutos.
Vi no rosto de algumas pessoas, os sorrisos no início da música, que foram sendo apagados aos poucos, até findar completamente. Foi pesado dessa vez.
Mesmo com os problemas que tivemos com o teclado e o computador, a música não foi tocada na tonalidade original. Aumentou apenas meio tom, mas meio tom é o suficiente pra enganar a voz que teima sempre ir para o semi tom abaixo. Argh! De novo falando defeitos... Voltaaaa...
Cara. Suei.
Foda. Estou esperando o próximo show pra cantar essa música de novo.
O show termina com Um Só, título do CD e do show. Ao final, ao me levantar pra agradecer a plateia, os aplausos 34 pessoas gritando: “Mais um, mais um, mais um...”
Estrela Cadente que havia sido deixada de fora da lista, acabou tendo que ser tocada. Deixei o violão de lado.
Darlon ficou me perguntando “como é essa música mesmo?”. Boca dizendo “Vamos tocar Essa Manhã de novo, eu não lembro essa”.
No final das contas Darlon diz, vamos ensaiar agora então.
E o show finda com Estrela Cadente. Eu fazendo mais um pedido para ela.
Que shows assim aconteçam ainda mais e mais.Obrigado ao público presente. Vocês realmente foram um presente.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Chico Saraiva
Chico Saraiva é brasileiro, catarinense, de Florianópolis, embora vive em São Paulo, e Susana é portuguesa, vive em Lisboa, natural de alguma outra cidade do interior, não lembro nem se eles falaram a cidade, mas que seja.
Eu já conhecia alguma coisa do trabalho de Chico Saraiva, por isso não podia perder de jeito algum.
Violonista e compositor, tocou um repertório de suas músicas, apenas uma de outro autor (Francis Hime) e outra das músicas mais antigas ("As Horas" do Álbum Trégua). O restante do show foi de músicas inéditas que os dois estão circulando pelo estado de SC, trabalhando nelas para futuro lançamento de um CD novo dos dois.
Suzana Travassos é cantora e se conheceram através de uma música de Chico Saraiva (As Horas, por isso a presença ao show).
Chico parece um pouco tímido ao falar, mas é mesmo o seu jeito de falar mansinho, baixinho, que mostra até mesmo na hora de cantar (ele canta, eu não esperava por isso) uma das músicas junto com Susana.
O duo atingiu minhas espectativas e saí satisfeito da primeira apresentação que assisto no ano.
Chico no violão com sua ótima interpretação e Susana uma grande cantora.










